domingo, 9 de junho de 2024
segunda-feira, 27 de maio de 2024
III Caminhada do Sameiro A Rodar
Encontram-se abertas as inscrições para a III Caminhada do Sameiro A Rodar
A caminhada acontece já dia 2 de junho, com ponto de partida no Sameiro.
Venha disfrutar das nossas maravilhosas paisagens, venha caminhar conosco!
Para mais informações envie mensagem privada através da nossa página oficial do Facebook
Teremos lembranças para todos os participantes! ![]()
Participe!
domingo, 10 de março de 2024
Eleições Legislativas 2024 -Veja os resultados do Concelho de Manteigas
sábado, 19 de agosto de 2023
FESTA EM HONRA DE SANTA EUFÊMIA Sameiro – Manteigas 2023
FESTA EM HONRA DE SANTA EUFÊMIA
Sameiro –
Manteigas
Do dia 07 ao dia 15 de Setembro, as 20h00, novena preparatória na sua
capela
DIA 16 – SÁBADO
09h00 – Repique de Sinos e Salva de morteiros em Honra de Santa Eufêmia
16h00 – Arruada pelo Grupo de bombos “Percussão de Valhelhas”
21h00 – Missa em Honra e Louvor de Santa Eufêmia, seguida de Procissão de Velas pelas ruas da aldeia
23h00 – Fogo de artifício
Arraial com o Grupo “Só Baile”
DIA 17 – DOMINGO
10h00 – Alvorada e Içar da Bandeira
12h30 – Procissão da Capela para a Igreja Matriz
12h45 – Eucaristia solenizada pela F.P.M. - Musica Nova
16h30 – Recitação do Terço
Procissão em honra da Virgem Mártir Santa Eufêmia e Adeus pelas principais ruas da aldeia
18h00- Arrematação de Ofertas no Adro da Igreja
- Concerto pela F.P.M. - Musica Nova
Regresso da imagem de Santa Eufêmia da Igreja Matriz para a capela
19H30 –Grupo de concertinas de Folgosinho
21H00 – Atuação de Rui Alves e sua Banda
DIA 18 – 2ª FEIRA
14h00 – Jogos tradicionais
Jogo de futebol Solteiros vs Casados; (no campo de futebol 11)
Levantamento de Copos e outros
e Encerramento Festivos
A comissão de Festas não se responsabiliza por qualquer incidente que possa
ocorrer durante os festejos.
Mais Info: https://www.facebook.com/santa.eufemia.sameiro
domingo, 6 de agosto de 2023
Municípios anseiam por revisão do ordenamento da serra da Estrela e cogestão efetiva
Os municípios da serra da Estrela esperam que o futuro plano de revitalização contribua para uma região mais coesa, ansiando por uma revisão do plano de ordenamento que retire alguns dos atuais constrangimentos e um modelo de cogestão "efetivo".
É com alguma expectativa, mas também uma certa dose de ceticismo, que os municípios contactados pela agência Lusa olham para o futuro Plano de Revitalização da Serra da Estrela (PRSE), esperando que aquilo que hoje é um esboço possa contemplar medidas concretas e financiamento adequado para uma mudança de paradigma da região, depois do grande incêndio de 2022 que consumiu 28 mil hectares do Parque Natural.
Reforço de benefícios fiscais, a revisão do ordenamento do Parque Natural, uma mudança no modelo de gestão do território com os municípios mais presentes e um aproveitamento dos recursos hídricos são algumas das medidas de uma região que clama também para si rendimentos a partir dos serviços de ecossistema e recursos naturais que a serra da Estrela assegura ao resto do país, como a água ou a captura de carbono.
“Este Plano de Revitalização pode ser o verdadeiro momento de coesão do país com a serra da Estrela, que até agora não aconteceu”, disse à Lusa o presidente da Câmara de Gouveia e da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), Luís Tadeu.
Depois de um primeiro esboço apresentado pelo grupo de trabalho no final de julho, os autarcas esperam agora incluir as suas propostas e trabalhar nas ações concretas ao detalhe, como é o caso do plano de ordenamento do parque natural, que “é muito antigo e está desajustado aos tempos de hoje”, notou Luís Tadeu.
Com despacho já assinado por parte do Governo para se avançar com tal revisão, o presidente da CIMBSE espera que se possa ter um plano de ordenamento que “olhe para as preocupações de preservação do meio ambiente e biodiversidade, mas que, ao mesmo tempo, salvaguarde as condições para que as pessoas possam estar no território”.
“Para haver presença humana, que é fundamental, tem de estar possibilitada a construção, a atividade agrícola, o turismo ou o desporto. O atual plano tem levado a que as pessoas abandonem o território”, vincou, sublinhando que não se pode querer ter pessoas a cultivar na serra, mas a viverem “como no século XVIII, sem água, sem luz nem saneamento”.
Também o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, espera que essa revisão, associada a uma mudança do modelo de gestão em que os municípios possam ter um papel mais importante, permita “que o parque passe a ser um ponto de atração da população e não um ponto onde as pessoas não podem viver”.
Para se garantir uma Serra da Estrela viva e sustentável, Sérgio Costa considera também que será preciso “alocar as verbas necessárias” para um trabalho continuado e com recursos próprios no terreno, seja através do mercado de carbono ou de rendimentos associados àquilo que o parque natural dá ao país: “É o grande pulmão de Portugal e é onde nascem as principais linhas de água portuguesas [rios Zêzere e Mondego]”.
O presidente da Câmara de Seia, Luciano Ribeiro, sustenta essa posição, dando o exemplo do que acontece com as minas ou poços de petróleo.
“Numa mina ou poço de petróleo, o Estado recebe os ‘royalties’, que podem ser partilhados com os agentes locais. Nós queremos ‘royalties’ sobre os valores naturais, os recursos hídricos, que o território gera e que permite o desenvolvimento de atividade económica noutras zonas do país, como é o caso de Lisboa”, sublinhou.
Nesse sentido, deve ser criado um modelo em que os valores naturais “possam ser pagos”, defendeu o autarca.
“Não é chantagem, é constatar a realidade. Tem de haver uma posição de equilíbrio e tem de haver um retorno para que a Serra da Estrela possa continuar humanizada, para estar ao serviço do país”, acrescentou o presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira.
Já a vice-presidente da Câmara de Celorico da Beira, Teresa Cardoso, realçou a possibilidade de o futuro plano incorporar o plano de aproveitamento dos recursos hídricos da serra da Estrela, que está em fase de estudo.
O grande incêndio na serra da Estrela deflagrou no dia 06 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã (distrito de Castelo Branco, e rapidamente alastrou a outros concelhos da zona da serra da Estrela.
Fonte: 24.sapo.pt/
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